aqui eu com os meus botões

Primeiro

Einstein dizia que a solução para um problema não pode ser resolvido no mesmo “estado mental” em que esse problema existe ou foi descoberto. Aplicado às minhas ideias de coisas a fazer, esta regra fica ao contrário.

Tenho aqui um novo e ousado projecto (que ainda não partilhei no blog), que me surge naquelas alturas de grande inspiração. Nessas alturas, a esse nível, é fácil vê-lo aparecer ou, pelo menos, é mais fácil lidar com as dificuldades que sei que vai trazer. Quando perco esse “nível de inspiração” é quase como se essas dificuldades duplicassem de tamanho. Tudo parece mais longe, mais difícil, mais impossível. Ou seja, caso queira andar mesmo para a frente com isto, há que fazer um esforço constante por me manter pelo menos no mesmo nível de inspiração do que quando a tive. Belo desafio para 2012 :)

Segundo

Gosto de ler blogs nesta altura do ano. É quando muita gente se dá realmente tempo para escrever e exprimir muitas das coisas boas que a vida tem nesta época.

Hoje lia um “retrato perfeito” de um pedacinho da vida de alguém. Uma vida que estava a flutuar em alegria, cheia de coisas boas, com as pessoas boas, com as coincidências boas, tanto que até parece perfeito demais. E o que vem logo a seguir a tudo isto? Normalmente é sempre a mesma coisa: o medo. O medo de perder algum desses pedacinhos… e quanto mais perfeito é, mais o medo aparece.. porque afinal de contas, se não pode ficar melhor, só pode ficar pior. Não deixa de ser curioso, passar a vida a lutar para atingir algo e depois stressar apenas para o manter. Ainda por cima, é ir contra a natureza da vida…. a mudança!

Mas ok, vamos esquecer o medo por um momento. E mesmo que não fique pior? E se fosse mesmo possível segurar essa perfeição? Então e depois? Tudo é lindo, tudo está bem, tudo corre pelo melhor… mas então o que há para além disso? Tanta gente a lutar por chegar a esse ponto, mas pergunto-me se lá no fundo é mesmo isso que a nossa alma quer. Estagnar no conforto? “I don’t think so…”

Então para quê, passar a vida a lutar por algo que é temporário e relativo? Buda disse que a vida é sofrimento. Não concordo, mas faço a minha interpretação do que disse: se construirmos a nossa vida, com fundações que dependem de coisas temporárias, relativas e que estão sujeitas a mudança, qual é a solidez dessa construção?

Terceiro

Butão! badum tchhh :P
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